“Durante muito tempo, a cirurgia do quadril foi caracterizada como algo extremamente agressivo, com restrições prolongadas e recuperação difícil. Hoje, com a evolução de técnicas menos invasivas, materiais modernos e planejamento cirúrgico, esse cenário pode ser bastante diferente.”
Dia da cirurgia e alta
Com o bloqueio pericapsular (PENG) e a analgesia multimodal, a dor no pós-operatório imediato é bem controlada. Muitos pacientes ficam em pé e caminham com auxílio no mesmo dia ou no dia seguinte, orientados pela fisioterapia a sentar, levantar e subir degraus com segurança. A alta costuma acontecer entre um e dois dias.
Primeiras seis semanas
Em casa, o uso de andador ou muletas é progressivamente reduzido conforme a marcha ganha segurança. A fisioterapia trabalha força, equilíbrio e amplitude de movimento. A ferida é avaliada nos retornos; caminhadas curtas e frequentes são estimuladas. Dirigir costuma ser liberado por volta de quatro a seis semanas, dependendo do lado operado e da evolução.
Três meses e depois
Por volta de três meses, a maioria dos pacientes retoma a rotina de trabalho e atividades como caminhada, bicicleta, natação e musculação orientada. Esportes de impacto são discutidos individualmente, considerando os materiais da prótese e os objetivos de cada pessoa. O ganho de força e confiança continua ao longo do primeiro ano.
Perguntas frequentes
Conteúdo educativo, elaborado com base na literatura médica e na prática do Dr. Pedro Hamra (CRM-SP 168808 · RQE 91590). Não substitui a consulta médica nem estabelece diagnóstico. Os resultados dos tratamentos variam de paciente para paciente.


